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1 outubro 2026

DEFINITÓRIO EXTRAORDINÁRIO OCD – MÉXICO 2026

De 31 de agosto a 8 de setembro, aconteceu o Definitório Extraordinário na Cidade do México, no Centro cultural Quinta Soledad. Dele participaram o Padre Geral e seus Definidores, os superiores de 25 províncias, 5 semiprovíncias, 6 vicariatos e delegações, assim como 7 oficiais da Cúria geral. As discussões trataram sobre diferentes temas ligados à vida de nossa Ordem e sobre a preparação do próximo Capítulo geral (maio de 2027). Apresentamos a vocês um resumo de nossos trabalhos.

Segunda-feira, 31 de agosto

Os participantes foram calorosamente acolhidos pelo Provincial do México, Padre Ricardo Perez. Depois de ter agradecido devidamente ao Provincial e aos frades do México pela acolhida reservada a esse Definitório, o Padre Geral – Miguel Márquez – tomou a palavra. Sua exposição sobre o estado da Ordem articulou-se em torno de quatro grandes eixos:

⸱ A Palavra de Deus como luz no caminho, através de três passagens: “Por acaso, sou o guardião de meu irmão?” (Gn 4, 9), que nos interroga sobre a qualidade de nossa vida fraterna; “Ergue os olhos para o céu e conta as estrelas, se puderes contá-las… assim será a tua descendência” (Gn 15, 5), que nos interroga sobre a nossa fé naquilo que Deus pode realizar; “Todos perseveravam na oração, com um só coração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus, e seus irmãos” (At 1, 14), que nos interroga sobre a qualidade de nossa oração.

⸱ Colocar Cristo no centro: é pedido de nós que creiamos no caminho mais que no ponto de chegada, para dar lugar ao imprevisível, abrindo nosso coração à novidade de Cristo.

⸱ Fazer memória do caminho feito ao longo dos cinco últimos anos.

⸱ Respostas à Carta do Padre Geral aos Capítulos provinciais.

Ao final de sua intervenção, Padre Miguel fez algumas perguntas, sobre as quais os grupos linguísticos e geográficos (inglês, francês, espanhol, italiano) trocaram seus pontos de vista ao longo da sessão da tarde.

Após a pausa, Padre Paolo de Carli, ecônomo geral, tomou a palavra para evocar três temas fundamentais referentes à gestão financeira da Casa Geral, à contribuição das Províncias com a vida da Ordem e aos investimentos na formação (Teresianum, Colégio internacional e Seminarium missionum).

 

Terça-feira, 1º de setembro

O dia começou com uma apresentação histórica e canônica de Padre Agustì Borrell sobre a estrutura de nossa Ordem e as recentes evoluções na matéria. Por um lado, com efeito, nossa Ordem é desde sempre constituída por Províncias, isto é, circunscrições que gozam de uma autonomia suficiente em matéria de governo, formação, apostolado, missão e economia. A partir de um certo momento, contudo, as circunscrições menores se multiplicaram, tanto em número quanto em tipologia. Elas eram historicamente consideradas como etapas provisórias de preparação à criação de uma nova Província ou como uma resposta à redução excepcional de uma Província. Ora, essa grande liberdade de organização começou a entrar em atrito com problemas estruturais. O Definitório extraordinário de Lisieux (2023) propôs novas orientações visando a simplificar e reduzir os tipos de circunscrições.

Depois da pausa, escutamos a exposição do Padre Jean-Baptiste Pagabeleguem sobre a formação. Desde o 92º Capítulo geral (2021), a Ordem decidiu interessar-se mais pela formação e fez dela uma de suas prioridades para este sexênio. O Definitório implementou uma comissão internacional não somente para atualizar a Ratio institutionis, mas também para despertar a consciência de toda a Ordem quanto à nossa identidade e missão. A formação é uma prioridade fundamental para o Carmelo teresiano, pois ela garante a fidelidade ao carisma, a estabilidade das comunidades e a transmissão de um estilo de vida enraizado na oração, na fraternidade e no apostolado.

A tarde foi novamente consagrada aos encontros por grupos linguísticos.

 

Quarta-feira, 2 de setembro

Os Padres Definidores nos apresentaram as diferentes circunscrições das quais estão encarregados: Províncias jovens em pleno crescimento, que se esforçam para dotar-se de estruturas e de uma formação adaptadas; circunscrições históricas chamadas à colaboração, inclusive à fusão, a fim de colocar no centro a qualidade da vida carismática de cada comunidade; territórios em constante diminuição, até seu provável desaparecimento, mas que continuam com humildade a testemunhar por meio de sua presença. Tudo isso mostra que cada experiência, boa ou difícil, pertence a todos, como a expressão diferente – pela idade, as feridas e o esplendor – de uma mesma família.

À tarde, Padre Daniel Chowning nos descreveu o papel e a função do Provincial, apoiando-se na experiência, mas também em sólidos argumentos bíblicos, canônicos e carismáticos. Foi-nos recordado que o Provincial não é o dirigente de uma empresa, que tem posições de poder a defender ou benefícios a realizar: é um irmão encarregado de um serviço que, além do mais, é temporário e que, por sinal, deverá aprender a deixar quando chegar o momento. Para realizar essa missão – que, no fim das contas, só é possível pela Graça –, é preciso, todavia, dispor de certas qualidades fundamentais e desenvolver outras: uma maturidade não somente de idade, mas também de coração, a qual se traduz por uma capacidade concreta de escuta, de discernimento e de decisão, assim como pelo conhecimento de si, não somente em suas fragilidades e em seu pecado, mas sobretudo na maneira com que somos infinitamente amados e perdoados pelo Pai, em Cristo.

Ao longo desse dia, o sentido de nossa unidade se impôs com uma força única através do testemunho de dois de nossos irmãos, chamados a dar testemunho de sua vida carmelita em contextos particularmente feridos. O primeiro, Padre Rafał, explicou o que significa ser carmelita hoje em um país em guerra, como a Ucrânia. Em seguida, Padre Michel nos falou do Líbano, país em estado de guerra há mais de 50 anos. A escuta desses dois testemunhos, que colocam nossa vocação e nosso ministério em relação direta com a morte e os sofrimentos do homem, nos recordou que, muitas vezes, bom número de nossos problemas não é tão grave e podemos dar graças a Deus pelos numerosos dons recebidos.

Quinta-feira, 3 de setembro

A intervenção do Padre Angelo nos permitiu descobrir o Guia prática para o governo provincial: é uma ferramenta que não pretende esgotar todas as problemáticas às quais um governo provincial pode ser confrontado, mas que oferece algumas orientações e esclarecimentos destinados a facilitar o papel do superior quanto à maneira de proceder. Vocês podem baixá-lo aqui:  https://www.carmelitaniscalzi.com/es/documentos/capitulos-provinciales/2026_instruccion-practica-para-el-gobierno-provincial-ocd/ .

O que mais importa guardar é, talvez, o princípio pedagógico que esse documento subentende e que, antes de tudo, está no centro da missão de um provincial: um superior não governa sozinho, não somente porque age em diálogo com seu Conselho, os priores, os formadores e as comunidades, mas também porque ele age no âmbito oferecido por leis que se inspiram, em última instância, na verdade, na caridade e na justiça.

No mesmo espírito, a exposição do Padre Rafal Wilkosky traz à luz o modo como estão evoluindo o papel e a função do superior provincial face às monjas. Ele mostrou como as relações entre os superiores da Ordem e os mosteiros das carmelitas descalças conheceram uma transformação profunda ao longo do século passado, tanto no aspecto jurídico quanto eclesiológico. Enquanto até o Concílio Vaticano II essas relações se caracterizavam por uma jurisdição efetiva dos frades sobre as comunidades de monjas, a legislação ulterior redefiniu progressivamente essa abordagem, reconhecendo a plena autonomia dos mosteiros. Essa evolução normativa desembocou na constituição apostólica Vultum Dei quaerere (2016) e na instrução Cor orans (2018), que acarretaram um processo de revisão do direito próprio da Ordem. Em particular, a necessidade de redefinir o papel dos superiores da Ordem apareceu claramente: este não consiste mais em uma jurisdição direta, mas antes em uma vigilância e uma solicitude pastoral, no respeito da natureza própria da vida contemplativa. A seguir, essa mudança reflete igualmente uma concepção diferente da comunhão carismática e da corresponsabilidade no seio da família teresiana.

 

Sexta-feira, 4 de setembro

O dia começou com a intervenção do Padre Jérôme Paluku, secretário para a cooperação missionária. Suas reflexões tiveram como ponto de partida um contexto internacional em plena mutação: enquanto em 2008 o Ocidente gozava de uma situação de prosperidade, agora passamos a uma situação na qual aqueles que concedem financiamentos só o fazem se são informados e se têm certeza de sua destinação. Além do mais, a concorrência pelo acesso aos fundos se intensificou, diminuiu a confiança na Igreja enquanto instituição e cresceram os riscos de manipulação dos financiamentos estrangeiros. Por outro lado, onde as ajudas externas se sucedem há muito tempo, corre-se o risco de criar um espírito de dependência naqueles que as recebem, o que não permite mais lançar as bases necessárias para o desenvolvimento de uma autonomia futura. Padre Jérôme concluiu, convidando a apoiar a obra do Secretariado, pois, mesmo que alguém possa doar apenas um pouco, uma cultura da partilha pode crescer assim no seio da Ordem.

Padre Paolo De Carli apresentou em sua intervenção os critérios indispensáveis a uma boa gestão econômica. De acordo com nossas leis – e, antes de tudo, o Código de direito canônico –, a função de ecônomo é necessária e distinta daquela do governo na Ordem, porém é exercida em um espírito de comunhão. O ecônomo não é um contabilista nem um empreendedor, mas é nomeado pelo superior e age conforme ao direito próprio da Ordem. Sua missão diz respeito ao carisma, pois, através das escolhas concretas, ele é chamado a discernir o que pertence à vida da Ordem.

À tarde, Padre Martin Martínez apresentou o trabalho de revisão da Ratio Institutionis conduzido pela comissão encarregada para isso. O processo começou em 2021, quando o Capítulo geral tinha indicado que esse trabalho constituía uma das prioridades dos seis próximos anos. O Definitório se engajou nesse caminho e nomeou os 12 membros da comissão. As primeiras fontes de tal trabalho devem ser buscadas nas contribuições das circunscrições da Ordem. No âmbito desses trabalhos, foi decidido partir precisamente da escuta da Ordem e de sua vida real. As fontes secundárias são as do Magistério da Igreja e da Ordem; do ponto de vista carmelitano, além de nossos santos e nossas leis, o texto da Declaração sobre o carisma aparece entre os mais citados.

O dia foi concluído com os testemunhos de dois frades cujas circunscrições atravessam situações difíceis:

⸱ Terra Santa: o compromisso da Ordem por uma presença concreta em uma terra singular, como nos contou Padre Jean-Joseph: lugares santos e memórias de nossas origens, ameaça de guerra, confiança das populações.

⸱ Venezuela e Cuba: situações políticas e sociais extremamente difíceis, que se tornam pesadas pela ditadura socialista, mas sobretudo por uma pobreza generalizada, que se tornou uma pobreza sistêmica. Padre Sandy nos explicou o que significa viver sua vocação carmelitana em meio a um povo que sofre…

Sábado, 5 de setembro

O sexto dia do Definitório Geral acolheu uma intervenção do Padre Giuseppe Pozzobon (Província de Veneza) sobre o tema da formação permanente. A primeira parte de sua exposição deu uma definição desta, apoiando-se nos documentos do Magistério da Igreja e da Ordem. Constata-se que ainda não existe uma cultura da formação contínua, que não consiste em uma simples atualização, mas em uma educação incessantemente renovada a viver o chamado. A segunda parte de sua exposição colocou em evidência dois campos decisivos do trabalho de formação. O primeiro é da pós-formação, a fim de que a inserção do frade recém-ordenado na vida fraterna e na vida pastoral seja acompanhada pelo prior e pelos outros frades, assim como por um acompanhador espiritual. A terceira perspectiva da exposição tratou dos principais desafios em matéria de formação: a nova evangelização; a transmissão do carisma e, em particular, da experiência da oração; a atualização teológica e moral; a qualidade de nossa vida fraterna; a relação entre autoridade e obediência; a dimensão cada vez mais internacional de nossas Províncias.

Padre Ramiro Casale abriu sua apresentação interrogando-nos sobre a identidade da OCDS, que não é nem uma extensão de nossas paróquias, nem um grupo de benfeitores dos frades, nem um movimento espiritual qualquer. De acordo com as Constituições, é uma vocação leiga que participa do carisma da Ordem e o vive em meio ao mundo. É por isso que nossa pergunta deveria ser: como podemos ajudar essa vocação a atingir sua plenitude, em sua especificidade que é viver o carisma no mundo? A figura do assistente da OCDS reveste, portanto, uma grande importância na tomada de consciência dessa realidade pelos leigos: ele é uma testemunha do carisma, oferece um acompanhamento espiritual e colabora na formação, continuando a ser um vínculo e um fator de unidade entre as comunidades religiosas e leigas. Quanto ao Provincial, este desempenha um papel central: as Constituições afirmam que ele é o Superior da OCDS em seu território e o responsável por seu bem espiritual. O futuro consistirá, pois, em conduzir a Ordem Secular a uma autonomia responsável, o que não significa a independência em relação à Ordem, mas a tomada de consciência da vocação recebida, para que o Carmelo teresiano seja verdadeiramente uma grande família composta por frades, monjas e leigos: três maneiras diferentes de viver o mesmo carisma, com a mesma fonte, a mesma tradição, a mesma paixão pelo Cristo.

Sábado à tarde, escutamos o relato da vida da Província Santo Alberto, do México. Uma breve apresentação nos foi feita da história dessa circunscrição, uma das mais antigas da Ordem, mas também de sua vitalidade atual, na qual frades, monjas e membros da OCDS colaboram de maneira fraterna e criativa. Os frades nos descreveram especialmente a maneira como o Conselho provincial coordena os diferentes setores que se referem à responsabilidade por essas realidades e nos apresentaram o trabalho pastoral que, depois de mal-entendidos do passado, se tornou agora um trunfo de unidade para toda a Província, desenvolvido junto a todas as faixas etárias. Graças a esse relatório, entre outros, sentimo-nos profundamente gratos pela acolhida que nossos irmãos mexicanos reservaram para nós.

 

Domingo, 6 de setembro

DIA DE REPOUSO

Os frades puderam visitar o sítio arqueológico e as pirâmides de Teotihuacán. Mas, de modo especial, à tarde rezamos e celebramos a Eucaristia com a família carmelitana do México, sob o olhar de Nossa Senhora de Guadalupe, em seu santuário. Todos vocês estavam presentes em nossa oração.

 

Segunda-feira, 7 de setembro

A apresentação do Padre Marco Chiesa nos recordou quais são o papel e a função da Postulação geral: trata-se do órgão oficial que, por mandato da Santa Sé, se ocupa antes de tudo das Causas de beatificação e de canonização da Ordem em seus três ramos (monjas, frades e leigos) e, em segundo lugar, de todos os Institutos afiliados à Ordem que desejariam recorrer a ela. A Postulação está inteiramente a serviço da Ordem, em uma dinâmica de disponibilidade mútua, que passa igualmente pela nomeação de um referente local para cada circunscrição. Além disso, foi-nos apresentado como a Postulação se ocupa do delicado setor do culto dos santos e da veneração das relíquias, com as diferenças que se impõem entre o que se refere aos Veneráveis, Beatos e Santos, mas também da classificação das relíquias. No que diz respeito à liturgia da Ordem, em contrapartida, à luz da Liturgia universal da Igreja, a apresentação nos apresentou o processo de revisão de nossos livros litúrgicos, com os trabalhos feitos a respeito da definição do calendário (2023), a tradução do Proprium missarum (aprovado em 2025) e o primeiro esboço do Próprio da Liturgia das Horas.

Padre Juan David Noguera nos apresentou a missão do Procurador geral, a saber, tratar dos casos da Ordem junto à Santa Sé, sob a autoridade do Superior Geral. A fim de facilitar a compreensão desse serviço e da maneira como se pode solicitar sua ajuda, um guia prático dos procedimentos foi elaborado. Este está disponível no site internet da Ordem.

À tarde, Padre Pius D’Souza nos explicou o que é uma visita pastoral. Além de seu caráter canônico, essa visita é igualmente “pastoral”, pois deve ser traduzida em encontros, escuta, estímulos e correções, para ajudar os frades a crescer em sua vocação. Os encontros com cada frade, e depois com a comunidade, servirão, com efeito, para verificar sua vida de oração, sua vida fraterna e sua vida apostólica, mas também para avaliar a gestão financeira e a manutenção dos edifícios. A visita pastoral tem como vocação reforçar a comunhão fraterna, preservar e promover o carisma da Ordem, no respeito de nossas Constituições e pelo cumprimento de nossa missão apostólica.

Já o Padre Angelo Lanfranchi destacou a importância da gestão de todas as atividades do secretariado, quer se trate de documentos, dos livros ou arquivos. Ele recordou o sentido desse setor, citando o Papa Leão XIV por ocasião de seu primeiro encontro com a Cúria Romana, pouco depois de sua eleição (24 de maio de 2025): “A memória é um elemento essencial de um organismo vivo. Ela não está somente voltada para o passado, mas alimenta o presente e orienta para o futuro. Sem memória, perdemos o caminho, o caminho perde o seu sentido”.

 

Terça-feira, 8 de setembro

No último dia do Definitório, a primeira conferência – ministrada por Padre Jean-Alexandre – abordou os desafios antropológicos e religiosos suscitados pela revolução digital que estamos vivendo atualmente e que, a exemplo de outras realidades sociais, influencia a vida dos religiosos e da própria comunidade. Trata-se de um desafio importante, que pode levar ao isolamento do religioso em relação ao resto da comunidade. Não é o caso de rejeitar o mundo digital, as redes sociais e as outras ferramentas, mas de integrá-las corretamente na vida dos consagrados e na vida da comunidade. Na sequência da apresentação, Padre José Pereira, secretário geral para a informação da Ordem, apresentou o site internet da Ordem, no qual é possível encontrar todos os documentos preparados pela Casa Geral.

Após a pausa, Padre Agustì Borrell, Vigário geral, submeteu à assembleia a questão da participação no próximo Capítulo geral. Os superiores maiores discutiram abertamente sobre a proposta apresentada.

Ao longo da tarde, ouvimos igualmente os testemunhos de vários frades:

⸱ Colômbia: em agosto passado, um violento terremoto danificou gravemente algumas de nossas casas;

⸱ Congo, Burkina Faso e Nigéria: nos últimos anos, a violência aumentou consideravelmente;

⸱ Índia: a realidade das perseguições sofridas pelos cristãos é difícil, principalmente no norte do país.

O Definitório extraordinário foi concluído com a celebração eucarística presidida pelo Padre Geral.