{"id":5675,"date":"2016-07-01T15:14:22","date_gmt":"2016-07-01T13:14:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.carmelitaniscalzi.com\/pt-br\/?page_id=5675"},"modified":"2021-06-21T17:13:42","modified_gmt":"2021-06-21T15:13:42","slug":"santa-teresa-de-jesus","status":"publish","type":"chi_siamo","link":"https:\/\/www.carmelitaniscalzi.com\/pt-br\/quem-somos\/fundadores\/santa-teresa-de-jesus\/","title":{"rendered":"Santa Teresa de Jesus"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Biografia<\/h3>\n<p>Teresa de Ahumada nasceu em \u00c1vila a 28 de mar\u00e7o de 1515. O seu pai, Alonso de Cepeda, ap\u00f3s ficar vi\u00favo com dois filhos, contraiu matrim\u00f3nio com Beatriz de Ahumada. Teresa foi a terceira dos dez filhos deste matrim\u00f3nio. Cresceu num ambiente muito religioso, no qual desenvolveu uma sensibilidade pelo transcendente desde uma tenra idade. Numa sociedade analfabeta, os seus pais induziram nela desde cedo o gosto pela leitura.<\/p>\n<p>Aos treze anos perdeu a sua m\u00e3e. Este golpe e as crises pr\u00f3prias da adolesc\u00eancia agravaram um problema afetivo que arrastaria dolorosamente at\u00e9 \u00e0 sua convers\u00e3o definitiva. Fisicamente agraciada e com grandes habilidades sociais, desde cedo triunfou \u201cna vaidade do mundo\u201d. O seu pai colocou-a como aluna interna no col\u00e9gio de Santa Maria da Gra\u00e7a e a\u00ed decidiu ser religiosa, ap\u00f3s um forte combate interior. Pareceu-lhe ser um estado melhor e mais seguro para salvar-se. Al\u00e9m disso via com desagrado as condi\u00e7\u00f5es em que viviam as mulheres casadas \u00e0 sua volta. Era mais o temor que a motivava do que o amor.<\/p>\n<p>O seu pai quis impedir a sua entrada no Carmelo da Encarna\u00e7\u00e3o. Os seus irm\u00e3os tamb\u00e9m deixavam o lar para a Am\u00e9rica procurando fortuna. Tinha 20 anos e queria ser livre para conquistar o seu pr\u00f3prio destino.<\/p>\n<p>Em 1537 professou e, passado apenas um ano, surge uma estranha doen\u00e7a. A gravidade alarma a fam\u00edlia, que a p\u00f5e em m\u00e3os de uma famosa curandeira. O tratamento debilitou o seu estado at\u00e9 chegar a d\u00e1-la como morta. Ela conta que se curou gra\u00e7as \u00e0 intercess\u00e3o de S\u00e3o Jos\u00e9, apesar de ficar com sequelas que padeceria durante toda a sua vida. Tinha 27 anos. Da\u00ed em diante a doen\u00e7a converteu-se numa fiel companheira.<\/p>\n<p>Durante a sua doen\u00e7a conheceu o misticismo franciscano atrav\u00e9s da leitura do <em>Terceiro Abeced\u00e1rio <\/em>de Osuna. Este facto foi muito importante na sua evolu\u00e7\u00e3o espiritual, porque a introduziu na ora\u00e7\u00e3o de recolhimento. Ao voltar ao mosteiro, a sede interior de solid\u00e3o e de ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi satisfeita durante v\u00e1rios anos. O ambiente n\u00e3o era prop\u00edcio. Viviam no mosteiro quase 200 mulheres. A extraordin\u00e1ria personalidade de Teresa destacava, atra\u00eda as visitas de pessoas que deixavam boas esmolas para o convento. Por isso a sua presen\u00e7a no locut\u00f3rio era obrigat\u00f3ria. Esta intensa vida social que a afastava da ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o lhe desagradava porque compensava a sua grande afetividade.<\/p>\n<p>Cada vez mais insatisfeita, tocada pelas chamadas do Amigo que a reclamava toda para Si, come\u00e7a a confrontar as suas experi\u00eancias interiores procurando luz. Muitos foram os confessores letrados a quem confiou a sua alma ao longo da sua vida, sempre peregrina da verdade. Sendo mulher, de descend\u00eancia de judeus conversos e m\u00edstica, tal n\u00e3o \u00e9 um bom come\u00e7o para obter algum cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Em 1554, diante de uma imagem de Cristo \u201cmuito chagado\u201d come\u00e7a a sua transforma\u00e7\u00e3o. J\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 o temor a impulsion\u00e1-la. Ser\u00e1 antes um profundo amor \u00c0quele que a amou primeiro. Dois anos mais tarde produziu-se a convers\u00e3o definitiva. O Esp\u00edrito Santo irrompe na sua alma, cura-a e liberta-a dos seus problemas afetivos. O fruto da sua convers\u00e3o foi uma fecunda atividade como fundadora e escritora que se prolongou at\u00e9 \u00e0 sua morte.<\/p>\n<p>Santa Teresa de Jesus morreu a 4 de outubro de 1582 em Alba de Tormes. Foi beatificada por Paulo V em 1614, canonizada por Greg\u00f3rio XV em 1622 e proclamada doutora da Igreja por Pablo VI em 1970. Foi a primeira mulher a receber este t\u00edtulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>As obras<\/h3>\n<p>\u00abSe n\u00e3o tinha livro novo, n\u00e3o me parecia ter contentamento\u00bb. Assim confessa Teresa de Jesus a sua paix\u00e3o pela leitura desde a inf\u00e2ncia. N\u00e3o tinha estudos reconhecidos, vedados naquela \u00e9poca \u00e0s mulheres. De facto, saber ler e escrever fazia dela uma mulher privilegiada e, ao mesmo tempo digna de suspeita. Das suas leituras e conversas com os te\u00f3logos mais c\u00e9lebres da sua \u00e9poca adquiriu uma s\u00f3lida cultura teol\u00f3gica e espiritual, que enriqueceu com a sua pr\u00f3pria experi\u00eancia.<\/p>\n<p>O <em>\u00cdndice de livros proibidos<\/em> que a Inquisi\u00e7\u00e3o publicou em 1559 teve um grande impacto para Teresa. Privada das leituras que tanto a tinham iluminado no seu processo espiritual, Deus saiu ao seu encontro: \u00abN\u00e3o tenhas pena, que Eu te darei livro vivo\u00bb. Jesus Cristo se converteria em seu maestro interior. Experi\u00eancia feita sabedoria. Teresa desejava comunic\u00e1-la, \u00abado\u00e7ar as almas de um bem t\u00e3o alto\u00bb. E a empedernida leitora se transformou numa apaixonada escritora.<\/p>\n<p>A futura doutora da Igreja escrevia sabendo que a sua obra teria de ser revista e aprovada por um censor eclesi\u00e1stico. Era consciente de que uma mulher escritora seria mal vista, mais ainda se pretendia ensinar. E ao tratar-se de uns escritos de conte\u00fado espiritual, a Inquisi\u00e7\u00e3o podia conden\u00e1-la como herege. Eram \u00abtempos duros\u00bb que condicionariam a sua obra e a obrigariam a agudizar o seu engenho. Para ganhar a benevol\u00eancia do censor, n\u00e3o poupou palavras para dar-lhe a entender que ela era a primeira contrariada, que escrevia por obedi\u00eancia e que se reconhecia inculta, pecadora e inapta.<\/p>\n<p>Apesar de que escreveu bastantes poesias, Teresa \u00e9 hoje uma figura eminente da literatura principalmente pela sua prosa. Toda a sua obra tem car\u00e1cter autobiogr\u00e1fico, ainda que seja poss\u00edvel encontrar nela outros g\u00e9neros liter\u00e1rios, como o did\u00e1tico, o tratado espiritual ou a cr\u00f3nica. Escreveu a partir da sua experi\u00eancia concreta, sem dogmatismos nem temas abstratos. Este exerc\u00edcio de escrita lhe permitiu reviver as suas pr\u00f3prias experi\u00eancias e reflexion\u00e1-las. Nesta \u00e1rdua luta interna para expressar-se, se esclarecia a si pr\u00f3pria. As palavras sobre o papel confirmavam a realidade do vivido. Rica retro-alimenta\u00e7\u00e3o entre a escritora e a sua pena.<\/p>\n<p>A dificuldade para expressar a sua m\u00edstica com uma linguagem sempre limitado foi uma aut\u00eantica dor de cabe\u00e7a para Teresa. A sua mestria e a novidade das solu\u00e7\u00f5es que trouxe \u00e0 express\u00e3o escrita valeram-lhe o t\u00edtulo de \u201ccriadora\u201d da l\u00edngua. Teve a genialidade de conceber um sistema e apresent\u00e1-lo com um estilo encantadoramente simples. De facto, as suas p\u00e1ginas transpiram espontaneidade e frescura.<\/p>\n<p>Muito se escreveu sobre Teresa. O melhor \u00e9 sempre l\u00ea-la a ela.<\/p>\n<p>Obras:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Livro da Vida<\/p>\n<p>Caminho de Perfei\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>As Funda\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>As Moradas<\/p>\n<p>Contas de consci\u00eancia<\/p>\n<p>Medita\u00e7\u00f5es sobre os c\u00e2nticos dos c\u00e2nticos<\/p>\n<p>Cartas<\/p>\n<p>Exclama\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Constitui\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Visita de descal\u00e7as<\/p>\n<p>Desafio espiritual<\/p>\n<p>Vexame<\/p>\n<p>Poesias<\/p>\n<p>Escritos soltos e memoriais<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Espiritualidade<\/h3>\n<p>Teresa de Jesus reconheceu na sua vida uma Presen\u00e7a que a envolvia amorosamente procurando a sua amizade. Ap\u00f3s muitos anos a tentar sem \u00eaxito \u00abconcertar estes dois contr\u00e1rios\u00bb -Deus e o mundo-, abandonou-se confiadamente nos bra\u00e7os de Cristo. E, a partir desse momento, Deus tomaria o leme da sua vida e a levaria numa travessia fascinante em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00abs\u00e9timas moradas\u00bb. Desta experi\u00eancia brota a espiritualidade teresiana.<\/p>\n<p>Com a sua vida e escritos, Teresa quis transmitir como Deus tinha sa\u00eddo ao seu encontro para dar-Se sem medida. Comprovou que Deus n\u00e3o deseja outra coisa sen\u00e3o dar-Se a quem O queira receber. Deus convida a pessoa para que entre no seu interior, onde Ele habita. Esta \u00e9 \u00aba grande formusura e dignidade da alma\u00bb, criada \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a de Deus e capaz de estabelecer amizade com Ele. Deus oferece-Se totalmente, n\u00e3o porque o ser humano tenha acumulado m\u00e9ritos, mas porque Ele se quer revelar e suscitar uma resposta de doa\u00e7\u00e3o. Diz Teresa que este Deus \u00abdoura as culpas\u00bb e tira o m\u00e1ximo partido ao bom que h\u00e1 em cada um.<\/p>\n<p>Teresa experimentou que a pessoa pode viver arrastada pelas suas for\u00e7as instintivas e ignorante da sua pr\u00f3pria identidade e destino. Desde este ponto de partida, o processo espiritual \u00e9 para ela uma liberta\u00e7\u00e3o de tudo o que dispersa a pessoa interiormente e a separa da sua meta: a uni\u00e3o transformante com Cristo, o matrim\u00f3nio espiritual.<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o \u00e9 a porta para entrar nesta din\u00e2mica, cujo \u00fanico requisito \u00e9 uma \u00abdeterminada determina\u00e7\u00e3o\u00bb. Fruto deste encontro em amizade, cresce a humildade pela ilumina\u00e7\u00e3o de verdades na alma: quem \u00e9 Deus, quem \u00e9 a pessoa, o pouco que esta pode fazer com o seu esfor\u00e7o e o muito que recebe. A chave para avan\u00e7ar por este caminho \u00e9 acolher como pobre o que Deus oferece e responder \u00e0 sua gra\u00e7a com uma generosa entrega de si mesmo.<\/p>\n<p>Quando o amor divino acaricia uma alma, j\u00e1 n\u00e3o pode medir a sua vida segundo o cumprimento de uns preceitos e ritos, mas segundo o amor com que responde a tanto dom recebido. Por isso, esta experi\u00eancia p\u00f5e em marcha uma transforma\u00e7\u00e3o do ser na sua raiz, para acomod\u00e1-lo a uma amizade cada vez mais profunda com Deus e com os seus irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Teresa experimentou grandes ansias de plenitude e liberdade. Notou que o ser humano possui no seu interior um vazio que nada nem ningu\u00e9m pode preencher a n\u00e3o ser Deus. No entanto, obstina-se em ench\u00ea-lo com o que o deixa mais faminto. N\u00e3o s\u00e3o as coisas nem as pessoas, mas a atitude que se toma diante delas o que enjaula a vida numa espiral de escravid\u00f5es. A pessoa necessita deslindar a mentira do mundo que leva por dentro, que \u00abtudo \u00e9 nada\u00bb e que \u00abs\u00f3 Deus basta\u00bb. Quando a alma viu as grandezas de Deus, n\u00e3o lhe custa o desprendimento que lhe ajude a soltar peso para voar at\u00e9 Ele. \u00abAndar em verdade\u00bb e desnudez para poder ser livre.<\/p>\n<p>Cristo \u00e9 o centro da espiritualidade teresiana. A Sua Humanidade curou a afetividade de Teresa e introduziu-a no mist\u00e9rio do Deus trinit\u00e1rio, comunh\u00e3o de amor. Da op\u00e7\u00e3o radical por Ele brotar\u00e1 o desejo de querer agradar-Lhe em tudo. E, j\u00e1 que o amor a Deus e ao pr\u00f3ximo \u00e9 o mesmo, o servi\u00e7o aos demais autentica o seguimento a Aquele que \u00abnunca voltou a si\u00bb. Teresa prop\u00f5e um caminho de f\u00e9 vivido em comunidade. Um grupo de amigos de Jesus onde cada um seja para os demais outro Cristo, convertendo-se em \u00abescravo de Deus e de todos\u00bb por amor. Isto \u00e9, esquecer-se de si e pensar no bem do outro. Amor que preenche as pequenas coisas de cada dia, pois Deus n\u00e3o olha a grandeza das obras mas o amor com que se fazem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Lugares<\/h3>\n<p>Teresa de Jesus fez a experi\u00eancia de que a miseric\u00f3rdia de Deus tinha transformado a sua vida. No entanto, n\u00e3o se refugiou num intimismo egoc\u00eantrico e est\u00e9ril. Pelo contr\u00e1rio, a sua sensibilidade agudizou-se diante dos sofrimentos de um mundo que \u00abest\u00e1 em chamas\u00bb. Por isso, tinha o desejo de partilhar o que tinha recebido de Deus. O fruto da sua convers\u00e3o foi uma fecunda atividade como fundadora e escritora que se prolongou at\u00e9 \u00e0 sua morte.<\/p>\n<p>Teresa sonhava com uma pequena comunidade que vivesse com autenticidade o Evangelho. Um sinal no meio de uma sociedade de valores ef\u00e9meros e uma Igreja em crise. Um lugar de ora\u00e7\u00e3o e trabalho, sil\u00eancio e fraternidade, onde \u00abfazer esse pouquito que estava ao meu alcance\u00bb para melhorar a realidade. Em 1562, entre numerosas dificuldades, este sonho fez-se realidade com a primeira funda\u00e7\u00e3o de descal\u00e7as: o convento de S\u00e3o Jos\u00e9 em \u00c1vila.<\/p>\n<p>Transcorriam gozosamente os dias de Teresa, quando o testemunho de um mission\u00e1rio vindo da rec\u00e9m descoberta Am\u00e9rica lhe sacudiu o cora\u00e7\u00e3o. Diante do sofrimento de tantas criaturas, maltratadas pela ambi\u00e7\u00e3o colonial e a falta de evangelizadores, sentiu a urg\u00eancia de estender a sua obra. Tinha 52 anos. A partir de ent\u00e3o, a sua vida foi t\u00e3o intensa em viagens e novos conventos, que a imagem que ficou dela para a hist\u00f3ria \u00e9 a da \u201csanta andarilha\u201d.<\/p>\n<p>Fundadora de monjas, e tamb\u00e9m de frades, percorreu mais de seis mil quil\u00f3metros por aqueles dif\u00edceis caminhos espanh\u00f3is do s\u00e9culo XVI. Os seus conventos foram levantados a um ritmo prodigioso: Medina do Campo (1567), Duruelo (1568), Malag\u00f3n (1568), Valladolid (1568), Toledo (1569), Pastrana (1569), Salamanca (1570), Alba de Tormes (1571), Seg\u00f3via (1574), Beas de Segura (1575), Sevilla (1575), Caravaca (1576), Villanueva de la Jara (1580), S\u00f3ria (1581), Pal\u00eancia (1581) e Burgos (1582).<\/p>\n<p>Teresa desenvolveu as suas extraordin\u00e1rias qualidades pessoais para vencer todo o tipo de obst\u00e1culos. Insuficientes recursos econ\u00f3micos, problemas para conseguir as autoriza\u00e7\u00f5es, a dificuldade pr\u00f3pria das viagens, a procura e aprovisionamento das casas, a sua sa\u00fade d\u00e9bil&#8230; Suspeita por ser de descend\u00eancia de judeus convertidos, mulher e m\u00edstica, foi denunciada em v\u00e1rias ocasi\u00f5es \u00e0 Inquisi\u00e7\u00e3o que, em 1575, abriu um processo contra ela e as suas irm\u00e3s em Sevilla. Foram absolvidas. Teresa questionou os valores pelos quais se regia aquela sociedade.<\/p>\n<p>Mulher sempre envolvida em mil conflitos e necessidades, a sua astuta diplomacia e c\u00e9lebre per\u00edcia no mundo dos neg\u00f3cios foram decisivas para o seu \u00eaxito. Mas o aut\u00eantico motor da sua fa\u00e7anha foi o seu desejo de servir o Amigo, a quem permanecia intimamente unida. De uma inquebrant\u00e1vel f\u00e9 e um amor apaixonado brotaram a coragem e a fortaleza para vencer todas as adversidades.<\/p>\n<p>Para Teresa, cada funda\u00e7\u00e3o era uma aut\u00eantica epifania. Deus ia estendendo o seu reino \u00e0 medida que se inauguravam as novas comunidades. E fazia-o valendo-se da insignific\u00e2ncia social de uma mulher. O esp\u00edrito do mal opunha-se, semeando o caminho com tantas e tantas contrariedades. Mas o poder de Deus \u00e9 sempre mais forte. A sua luz e a sua bondade triunfavam cada vez que um novo Carmelo nascia.<\/p>\n<p>Teresa gastou a sa\u00fade e a vida ao servi\u00e7o de Deus e da Igreja. Estava convencida da importante miss\u00e3o eclesial que se levava a cabo nas suas casas de ora\u00e7\u00e3o. Entendia que a ora\u00e7\u00e3o, desde a transforma\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria pessoa, como onda expansiva alcan\u00e7a todos os cantos da terra.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":68679,"parent":5670,"menu_order":1,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"elemento_chi_siamo":[846],"class_list":["post-5675","chi_siamo","type-chi_siamo","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","elemento_chi_siamo-fundadores"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v26.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Santa Teresa de Jesus - CARMELITAS DESCAL\u00c7OS<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.carmelitaniscalzi.com\/pt-br\/quem-somos\/fundadores\/santa-teresa-de-jesus\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Santa Teresa de Jesus - CARMELITAS DESCAL\u00c7OS\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"&nbsp; Biografia Teresa de Ahumada nasceu em \u00c1vila a 28 de mar\u00e7o de 1515. 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