Definitório Extraordinário_Quarta-feira, 6 de fevereiro

Definitório Extraordinário_Quarta-feira, 6 de fevereiro

Na memória de São Paulo Miki e companheiros, santos mártires do Japão, a celebração matinal da Eucaristia foi em língua francesa, presidida por Padre Roger Tshimanga, Delegado Geral do Congo. A liturgia foi animada pelo grupo francófono.

No início da sessão de trabalho desse dia, os membros do Definitório Extraordinário foram chamados a cumprir o mandato do Capítulo Geral de 2015 (cf. documento capitular Es tiempo de caminar, nº 32), expressando o próprio voto a propósito das diversas opções possíveis: reelaboração das Constituições, revisão parcial do texto constitucional, redação de uma Declaração carismática. Depois de ter refletido amplamente nesses dias sobre os resultados da primeira etapa do trabalho de releitura das Constituições – que nesses três anos envolveu todas as circunscrições e comunidades da Ordem –, além do significado e das implicações de cada uma das opções propostas, a grande maioria do Definitório Extraordinário votou por não proceder – ao menos no momento presente – a uma modificação do texto vigente das Constituições, mas elaborar uma Declaração carismática sobre a vida carmelitano-teresiana. Esse compromisso parece ser hoje extremamente necessário para retomar consciência dos elementos irrenunciáveis do carisma que recebemos para o bem de toda a Igreja e expressá-los de modo adequado ao nosso tempo.

Lukasz Kansy, Definidor, apresentou em seguida algumas propostas de revisão às Normas Aplicativas (relativas à primeira parte: números 1-134). Recordemos que esse tipo de atualização das Normas está previsto por nossas leis como uma atividade normal dos Capítulos Gerais (cf. Constituições, 153) e não implica um procedimento de confirmação por parte da Santa Sé.

À tarde, os grupos geolinguísticos discutiram sobre as propostas apresentadas pela manhã. Por fim, Padre Paolo de Carli, Ecônomo Geral, apresentou o relatório econômico com a ajuda de diapositivos, explicando a articulação de nossa economia geral em sua relação com as circunscrições em particular, insistindo sobre as qualidades de fundo que devem caracterizar o bom administrador (em todos os níveis: local, provincial e geral) e uma sadia gestão econômica: responsabilidade, transparência, confiança.